E agora Costin?
E agora Costin? Por Luiz Carlos de Freitas, no blog do Freitas Claudia Costin… Continue a ler »E agora Costin?
E agora Costin? Por Luiz Carlos de Freitas, no blog do Freitas Claudia Costin… Continue a ler »E agora Costin?
Clima de perseguição estimulado por Bolsonaro e Escola sem Partido geram ambiente de permanente tensão, relatam profissionais de centros públicos e privados de São Paulo
Nunca foi fácil ser professor de escola no Brasil. Paga-se pouco, as jornadas de trabalho são longas, os recursos pedagógicos são escassos e, como se não bastasse, há alunos que recorrem à violência física ou verbal. A essa rotina, desde sempre estressante e mentalmente desgastante, se soma mais recentemente um novo elemento: o ambiente de ódio político no país e a patrulha ideológica promovida pela extrema direita dentro das salas de aula. “Parece que vivemos em um mundo do [escritor] George Orwell em que você é vigiado constantemente, o que nos deixa em uma situação de muita tensão. A gente sente certa hostilidade”, resume Antônio*, professor de Português do Ensino Médio em uma escola estadual paulista e do 6º ano do Ensino Fundamental II em um colégio municipal da capital. “Preciso repensar toda a aula, tomar mais cuidado com os caminhos que vou tomar”.
A educação vem sendo transformada numa das principais trincheiras da guerra ideológica e cultural travada no país há cerca de três anos, quando o projeto Escola sem Partido, que prega o fim de uma suposta “doutrinação” de esquerda dentro dos centros de ensino, passou a conquistar corações e mentes e a tramitar em legislativos municipais, estaduais e federal. Com a acirrada disputada eleitoral no ano passado e a ascensão de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República, o ambiente escolar, já tenso, se deteriorou ainda mais em lugares como São Paulo. Mesmo sem constar na lei, o Escola sem Partido é uma diretriz da atual gestão federal e do Ministério da Educação. Seus apoiadores também formam uma extensa rede de deputados, influenciadores digitais e grupos (como o Movimento Brasil Livre) que estimulam, por exemplo, que alunos filmem e denunciem seus professores. No dia 28 de abril, o próprio presidente Bolsonaro partilhou um vídeo, feito por uma aluna, em que expõe uma professora chamando o escritor Olavo de Carvalho, guru de Bolsonaro, de “anta“ por “meter o pau em tudo”. “Professor tem que ensinar, e não doutrinar”, escreveu o mandatário em seu Twitter, em um gesto que propaga o clima de perseguição no país. “A desvalorização social de nosso trabalho já é antiga, mas essa perseguição e esse ódio são, de fato, mais recentes. Sempre houve conflito entre alunos e professores, mas a novidade é que isso se transformou em perseguição e violência, institucionalizadas pelo presidente e pelo ministro da Educação”, argumenta a professora de Geografia Silvia Barbara, diretora do Sindicato de Professores de São Paulo (Sinpro).
Leia na íntegra: El País Brasil
Continue a ler »Campanha “anti-doutrinação” contra professores eleva estresse em sala de aula
As manifestações 15M por Luiz Carlos de Freitas, no blog do Freitas O link… Continue a ler »As manifestações 15M
JC Notícias – 17/05/2019 A invisibilidade da alfabetização e EJA na agenda do governo… Continue a ler »A invisibilidade da alfabetização e EJA na agenda do governo Bolsonaro
Pensamento retrógrado do Departamento de Educação e Cultura do Exército JC Notícias – 14/05/2019… Continue a ler »Exército veta participação de alunos de colégios militares em olimpíada alegando ideologia da prova
Giroux: a guerra contra o ensino superior por Luiz Carlos de Freitas, no blog do… Continue a ler »Giroux: a guerra contra o ensino superior
Em primeiro lugar, o ministro da Educação precisa a aprender a falar português corretamente.… Continue a ler »Em live com Bolsonaro, ministro da Educação explica cortes do MEC usando bombons
A pós-verdade da avaliação censitária por Luiz Carlos de Freitas, no blog do Freitas Avaliações… Continue a ler »A pós-verdade da avaliação censitária
JC Notícias – 06/05/2019 A desconstrução do Plano Nacional de Educação: um ajuste contra… Continue a ler »A desconstrução do Plano Nacional de Educação: um ajuste contra a educação
ANÁLISE DA PROPOSTA DE ALTERAÇÃO NO REGIMENTO ESCOLAR DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DO DF
Grupo de pesquisa Avaliação e Organização do Trabalho Pedagógico – GEPA
06/05/2019
A Secretaria de Estado de Educação do DF (SEEDF) vem construindo concepção e práticas de avaliação formativa desde 2000. Quatro versões das diretrizes de avaliação foram elaboradas nesse período, sendo que as três últimas tiveram a participação de professores. A quinta versão foi concluída ao final de 2018, mas não foi implementada. Um esforço gigantesco foi empreendido, durante os últimos anos, por meio da formação continuada dos educadores, para ampliação da compreensão dessa função avaliativa.
Contudo, ao final de abril deste ano, as escolas foram surpreendidas por uma proposta de alteração do regimento escolar a elas enviada para oferecimento de sugestões, que entra em conflito com os preceitos da avaliação formativa inseridos nos documentos oficiais da rede pública do DF. Continue a ler »ANÁLISE DA PROPOSTA DE ALTERAÇÃO NO REGIMENTO ESCOLAR DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DO DF